Igreja Universal – Católica

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Um meio tradicional de discutir a natureza da igreja tem sido considerar as quatro
marcas, ou características, pelas quais ela se distingue no Credo: uno, santo,
católico e apostólico. A primeira, a da unidade ou unidade, parece ser contrariada
pelas divisões na igreja. Sustenta-se, no entanto, que desde o batismo é o rito
de entrada na igreja, a igreja deve consistir de todas as pessoas batizadas, que
formam um único corpo, independentemente da denominação. A santidade da
igreja não significa que todos os seus membros sejam santos, mas deriva de sua
criação pelo Espírito Santo.
O termo Católica originalmente significava a igreja universal como distinta das
congregações locais, mas passou a implicar a igreja de Roma. Finalmente,
apostólico implica que, tanto em sua igreja quanto em seu ministério, a igreja é
historicamente contínua com os apóstolos e, portanto, com a vida terrena de
Jesus.
O fato de muitos cristãos terem crenças nominais e não agirem como seguidores
de Cristo foi observado desde o século 4, quando a igreja deixou de ser
perseguida. Para dar conta disso, Santo Agostinho propôs que a verdadeira
igreja é uma entidade invisível conhecida apenas por Deus. Martinho Lutero usou
essa teoria para desculpar as divisões da igreja na Reforma, sustentando que a
verdadeira igreja tem seus membros espalhados entre os vários corpos cristãos,
mas que é independente de qualquer organização conhecida na terra.

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